
Incrível como certas coisas, como um filme podem nos deixar inspirados. Nos fazem pensar coisas que antes nem imaginávamos e viajar nelas! Naquele momento, em que você o assiste, sua vida não existe mais, nada mais importa. Só a vida dos protagonistas, o desenrolo da trama. E você fica ali, só torcendo pro final feliz do casal apaixonado ou pro garotinho conseguir encontrar os seus pais de novo. Qualquer coisa do tipo! Sentada em frente a tela, você sente todo tipo de emoção. Eu, por exemplo choro, por qualquer coisa. Choro nas partes tristes e mais felizes. Nem eu sei direito o por que. As vezes porque invejo a perfeição daquele momento feliz que vemos no final, o que representa aquele momento no resto da história. É como se tudo fosse possível, e você tivesse certeza de que assim seria também a sua vida. Sempre com muitos acasos e situações tristes, mas no final tudo se encaixa, tudo dá certo e tudo é tão perfeito.
Outras vezes você vê um filme que te faz pensar como você quereria tentar ser um pouco daquela maneira, ou daquela outra. Tipo o que eu acabei de ver, não interessa o nome só o que ele me transmitiu e o quanto ele me inspirou. Fala basicamente de amor, como tantos outros. Mas a maneira como o tema é abordado é completamente diferente. Fala praticamente de dois tipos de amor, de como as pessoas se envolvem de maneiras diferentes, de como encaram um relacionamento de maneiras totalmente diversas. Um dos tipos é aquele mais convencional, no qual você procura a pessoa certa, aquela que você praticamente não briga, aceita, com a qual você se acomoda e planeja o resto das suas vidas antes do casamento. O outro tipo é emocionante, do tipo que não se tem nada pensado, nada planejado, nenhuma pretensão ou preferencia. É aquele tipo que acontece, sem se saber porque ou como. O que você não racionaliza, apenas vive os momentos sem pensar em rótulos ou em futuro. É uma completa, louca e apaixonante aventura.
Muitos podem dizer, só pela forma como descrevi a segunda maneira de amar, que eu a prefiro. Mas sinceramente eu não sei. Acho que pode existir os dois tipos, depende apenas do seu momento, das suas decisões e se você se considera uma pessoa volúvel. Não acho que necessariamente você tem que ser ou um ou outro. A maneira de amar, depende sempre do amor que encontramos. E se fôssemos analizar os prós e os contras de cada um, veríamos que o primeiro tipo nos dá a segurança que o outro não dá, mas nos tira um pouco da vivacidade, da intensidade do amor. Já o segundo tipo tem essas duas últimas características e liberdade demais. E nem sempre é isso o que queremos! liberdade da pessoa amada.
Amor sempre será um assunto complexo, até pra mim que posso dizer que tenho uma dose de amor na medida certa, com muito comodismo e aventura, segurança e liberdade. Talvez um filme não nos influenciem tanto a ponto de nos fazer mudar o que somos, mas nos fazem pensar no que é importante, em que dose é importante.



4 comentários:
Em relação aos filmes concordo as cegas em relação ao amor , prefiro não falar a respeito =) hahahahaha .
Me diz o filme que voce viu , eu quero ver ..
eu acho que de amor eu sou bem suspeita a falar, pois no grupo sou considerada a apaixonadinha, mas eu prefiro milhões de vezes o primeiro, só por um estrutura mais bem planejada. Você escreve muito bem, thuca., continue aqui. Beijos
HAHAHHA segunda pessoa que pergunta que filme bom foi esse .. ta bom vai, foi Vicky Cristina Barcelona :)
Amiiiiiga, achei o site pra por o Ipod... é www.mixpod.com é muito legal, já coloquei até no meu. Beijos
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